Após um período marcado por crédito restrito e maior cautela nas decisões, o mercado imobiliário inicia 2026 em um momento de transição relevante. O cenário de juros em queda, aliado à expectativa de redução da taxa Selic, à ampliação das linhas de crédito e ao reforço de recursos estruturais do setor, traz maior previsibilidade a compradores, investidores e incorporadoras.
Mais do que uma retomada pontual, o cenário aponta para um novo ciclo imobiliário, sustentado por fundamentos mais sólidos e decisões mais planejadas.

Juros em queda e seus impactos no mercado imobiliário
A projeção da redução de 2 a 3 pontos percentuais na Selic, segundo o boletim Focus do Banco Central, tende a gerar efeitos diretos no mercado imobiliário. Juros mais baixos impactam o custo do capital, facilitam o acesso ao crédito e tornam o planejamento financeiro mais previsível.
Para o comprador de médio e alto padrão, isso se traduz em:
- Financiamentos com menor impacto de juros no longo prazo
- Maior flexibilidade na composição de pagamento
- Decisões menos defensivas e mais estratégicas
Esse ambiente favorece escolhas mais conscientes, com foco em localização, qualidade construtiva e potencial de valorização do imóvel.
Crédito mais previsível e decisões de longo prazo
Com a sinalização de estabilidade econômica, o crédito habitacional volta a ocupar um papel central no mercado imobiliário. Instituições financeiras operam com maior segurança, enquanto compradores e investidores conseguem estruturar decisões com horizonte mais claro.

Esse contexto é especialmente relevante para quem avalia o imóvel não apenas como moradia, mas também como ativo patrimonial, considerando fatores como liquidez, proteção de capital e geração de valor ao longo do tempo.
FGTS, SFH e a base estrutural do setor
Do ponto de vista estrutural, o mercado imobiliário entra em 2026 apoiado por um reforço importante de recursos. O orçamento do FGTS para financiamento habitacional deve passar de R$127 bilhões para R$144 bilhões, ampliando a capacidade do sistema.
Além disso, o avanço do novo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) pode liberar entre R$30 bilhões e R$40 bilhões adicionais ao setor, fortalecendo toda a cadeia imobiliária — especialmente empreendimentos bem estruturados, com padrão construtivo elevado e planejamento financeiro consistente.
Como a Pollo Engenharia enxerga este novo momento
Acompanhamos esse cenário com atenção e responsabilidade. Nosso entendimento é que ciclos de maior previsibilidade exigem ainda mais planejamento, critério e transparência no desenvolvimento dos empreendimentos.
Atuando em regiões estratégicas como o interior de São Paulo e o Sul de Minas Gerais, buscamos conduzir cada projeto com foco em qualidade, organização de processos e alinhamento às condições reais do mercado imobiliário, respeitando o perfil de quem busca um imóvel como escolha de vida e investimento de longo prazo.

Um mercado mais equilibrado e decisões mais conscientes
A combinação entre juros em queda, crédito mais previsível e reforço estrutural cria um ambiente mais equilibrado para o mercado imobiliário em 2026. Embora o setor siga atento aos movimentos macroeconômicos, o momento favorece decisões menos impulsivas e mais fundamentadas.
Para compradores e investidores de médio e alto padrão, este é um período que convida à análise cuidadosa, à compreensão do cenário e à escolha de empreendimentos alinhados a uma visão de futuro.
Para você que deseja saber mais sobre o mercado imobiliário, continue explorando o blog da Pollo Engenharia e descubra as tendências do mercado com 6 razões para investir em apartamentos inteligentes.